quarta-feira, 9 de março de 2011

CORREDORES ECOLÓGICOS DO CERRADO


A savana brasileira, localmente conhecida como Cerrado, tem sido caracterizada como um dos ecossistemas mais ameaçados do mundo em termos de biodiversidade, com grande parte da área original convertida em atividades como a pastagem e a agricultura. Diante deste passivo ambiental, a criação de corredores ecológicos tem-se mostrado como uma das alternativas para preservar este ecossistema, bem como para promoção do conhecimento de seu imenso  valor ecológico. A sua rica biodiversidade, muitas vezes endêmica, é favorecida pela presença de três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Paraná-Paraguai, Araguaia-Tocantins e São Francisco), além de uma grande diversidade de solos e geologia.

O corredor ecológico é um instrumento de ordenamento da paisagem validado pelo Sistema Nacional de UC – SNUC, que vem sendo utilizado pelo ICMBio para identificar possíveis áreas prioritárias para cumprir o importante papel de manter a conexão ecológica entre as unidades de conservação, evitando o isolamento destas áreas protegidas em meio a uma paisagem degradada pela ação humana. Tal instrumento é um importante aliado a preservação da biodiversidade, ligado aos conceitos de desenvolvimento econômico e sócio-ambiental. Tais áreas interagem com a movimentação e dispersão de vida selvagem e de fluxo gênico, sustentando a conectividade entre habitats do referido ecossistema.  Além disso potencializam a cooperação entre variados níveis de governo e diferentes segmentos da sociedade civil (ex. IBAMA, SEMMAs, ONGs, etc.).
A seguir são elencados os principais corredores planejados para o bioma   Cerrado.

CERRADO-PANTANAL 
Será o elo de ligação entre ambientes do cerrado e do Pantanal, nos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com 800 km de extensão. Deverá conectar áreas isoladas de mata a partir do Parque Nacional das Emas, no sudoeste de Goiás, até a região do Pantanal, e irá interligar ambientes protegidos e reservas de propriedade particular.

 O objetivo é garantir de fluxo de espécies nessas regiões e evitar o colapso da fauna e da flora provocado pela ocupação humana do Centro-Oeste.

Estão envolvidos no projeto 25 pesquisadores brasileiros, dirigidos pela Conservation International, que recebeu investimento de US$ 2 milhões para os primeiros cinco anos.

Reinaldo Lourival, diretor regional da Conservation International no Pantanal, disse que a conexão entre os diferentes ecossistemas deve permitir que espécies animais e vegetais troquem genes e mantenham seus ciclos biológicos, garantindo, assim, sua sobrevivência a longo prazo.

Espécies migratórias e de grande porte serão as mais beneficiadas. É o caso de um grupo de onças-pintadas, monitorado pelo pesquisador Leandro Silveira, do Projeto Pró-Carnívoros, nas duas pontas do corredor: no Parque Nacional das Emas e na Fazenda Rio Negro, na região pantaneira. 'A onça-pintada é bastante dependente do corredor, pois essa espécie é muito sensível a ambientes alterados', diz Silveira.

Segundo Mônica Harris, coordenadora do projeto no Pantanal, quando animais de uma mesma espécie ficam acuados num território pequeno demais, num dado ambiente, o impedimento do fluxo de indivíduos diminui a diversidade genética do grupo. Para evitar a reprodução dentro de um grupo isolado, pesquisadores detectaram regiões prioritárias para a conservação, escolhidas em função da existência de espécies endêmicas (que só existem numa dada região), da biodiversidade e dos problemas referentes à redução de área. Sem a possibilidade de trocar genes, a espécie está excluída da capacidade de adaptação às mudanças ambientais e está, portanto, fadada ao desastre biológico

Alguns animais já estão sendo monitorados ao longo do corredor por métodos como o acompanhamento por rádio, a marcação de indivíduos e o inventário de espécies, entre outros.


ARAGUAIA-BANANAL
Será a área destinada à implantação de corredores na Subárea Goiana do PRODIAT, que atualmente compreende os Estados de Tocantins e Goiás, inicialmente era de 13.794.977 hectares, correspondendo também a cerca de 27% da área total dessa subárea. O atual projeto do Corredor Araguaia-Bananal, apresentado a seguir, propõe um corredor com cerca de 9.000.000 de hectares.

A planície do Bananal é uma das maiores áreas de sedimentação fluvial do Continente, semelhante ao Pantanal Matogrossense. Os impactos induzidos pela ação antrópica, principalmente pelo desmatamento para expansão da fronteira agropecuária no Cerrado, têm produzido processos acelerados de erosão na parte alta da bacia, cujas conseqüências de médio e longo prazos para o sistema principal são ainda desconhecidas, podendo-se verificar, no curto prazo, a degradação da qualidade de suas águas por contaminantes de diversos tipos. Erosão e assoreamento são dois impactos ambientais que vêm sendo constatados na bacia do rio Araguaia, mas só existem dados significativos para a parte alta da bacia.
Vários aspectos fazem-na uma área de particular interesse para a s pesquisas de recursos hídricos e diversidade florística e faunística de ambientes aquáticos. Ela é a quarta em tamanho na América do Sul.
A fim de garantir um efetivo Corredor Ecológico, propõe-se uma área com limite norte na APA estadual do Cantão; um extremo sul em Aruanã, o limite leste ao longo da margem direita do Araguaia-Javaés, e como extremo oeste o escarpamento da Serra do Roncador. Portanto, o Corredor se estenderia ao longo da bacia do Bananal, a qual compreende a Ilha do mesmo nome e o Pantanal do rio das Mortes, a planície aluvial do Araguaia e pequenas áreas periféricas .

PARANÃ-PIRENEUS
Refere-se a um limite geográfico que engloba parte dos estados de Tocantins, Goiás e Distrito Federal, com uma área aproximada de 10 milhões de hectares. Produto de uma cooperação internacional entre o Brasil (Ministério do Meio Ambiente/IBAMA) e o Japão (JICA - Agência de Cooperação Internacional do Japão), o Corredor Ecológico Paranã-Pireneus, certamente é uma das últimas áreas naturais com viabilidade ecológica no bioma Cerrado.
O corredor deverá interligar cinco unidades de conservação, das quais três federais (Parque Nacional (Parna) Nascentes do Rio Parnaíba, Estação Ecológica (Esec) Serra Geral do Tocantins, Área de Proteção Ambiental (APA) Serra da Tabatinga) e duas estaduais (Parque Estadual do Jalapão e APA do Jalapão).


Fragmentos de bioma interconectados pelo Corredor Paranã-Pireneus

Situado na porção nordeste do Estado de Goiás, com uma área aproximada de 66.000 km2. Dentre os resultados principais, apenas 17 municípios no corredor ecológico, de um total de 34, apresentam mais de 50% de remanescentes de Cerrado. No período de 2001 a 2006, os municípios de Cavalcante e Formosa foram os que mais apresentaram alertas de desmatamentos na área de estudo. Em dissonância com o ainda razoável percentual de Cerrado no corredor, esta área apresenta o menor índice de desenvolvimento humano (0,68) quando comparado com as médias estadual (0,73) e nacional (0,74).

Além de interligar as unidades de conservação, o corredor deverá também proteger as espécies animais e vegetais do cerrado e fomentar alternativas sustentáveis de desenvolvimento nas comunidades, fazendo frente à expansão do agronegócio de monocultura nesse bioma.
Num primeiro momento, o projeto vai promover estudos que vão definir os pontos mais relevantes de conexão ecológica entre essas unidades. A partir desses estudos, o Instituto Chico Mendes e as instituições parceiras vão propor o reconhecimento de um corredor ecológico e, com ele, pretende refrear o avanço agressivo da agricultura intensiva e da pecuária extensiva, bem como estabelecer um ordenamento territorial na região e garantir a preservação dos ecossistemas além dos limites das unidades.



CORREDORES ECOLOGICOS NO VALE DO SÃO
 PATRICIO/GOIÁS
A parceria com os dois órgãos terá início pela elaboração de um mapa da Bacia do Rio das Almas, que terá indicações sobre a melhor maneira de estabelecer corredores ecológicos na região. A partir desse estudo, os proprietários rurais serão contactados para regularizarem as áreas de preservação permanente e reserva legal de suas glebas, contando inclusive
com orientação técnica do Ibama e da Semarh. A recuperação das matas permitirá a formação dos corredores ecológicos.
Um mapa da Bacia do Rio das Almas, no vale do São Patricio, com indicações sobre a melhor maneira de estabelecer corredores ecológicos na região será feito em parceria pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente - Ibama, e a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos.


Fontes de Consulta:




http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=1486





quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

MACRÓFITAS AQUÁTICAS DO DISTRITO FEDERAL

Foto: Lago Paranoá, braço ao lado da Estação de Tratamento de Esgotos Brasília Norte.



Macrófitas aquáticas são plantas, no literal, "grandes", porque podem ser vistas a olho nu, diferentemente, da maioria das algas. Colonizam desde ambientes de transição entre ambientes terrestres e aquáticos(zona litônanea) a ambientes estritamente aquáticos. Apresentam diversas formas e sua classificação mais usual,quanto ao modo de vida, compreende os tipos submersos, flutuantes e emersos. Sua proporção, conforme dados da EPA,Estados Unidos, sua proporção aparece conforme a figura 1.

Fonte:http://fl.biology.usgs.gov/Region_5_Report/html/aquatic_macrophytes.html

São muito estudadas em regiões onde causam prejuízos às atividades humanas, como barragens de captação de água para tratamento e distribuição pública.A distribuição mundial dos taxa conhecidos aparece na figura 2.

Fonte:http://fl.biology.usgs.gov/Region_5_Report/html/aquatic_macrophytes.html

Ecologia
As macrófitas aquáticas desempenham um papel vital nos ecossistemas saudáveis. Eles servem como produtores primários de oxigênio, fornecem substrato para algas e abrigo para muitos invertebrados, ajuda na ciclagem de nutrientes para e de sedimentos, e ajuda a estabilizar margens de rios e lagos.

A filtragem biológica com uso de plantas é um método cada vez mais popular de tratamento de esgoto, algumas plantas aquáticas estão sendo usadas para remover nutrientes e reduzir as concentrações de fósforo e nitrogênio de esgoto bruto ou das instalações de tratamento de efluentes de esgoto. As plantas aquáticas também são capazes de absorver outras substâncias, incluindo poluentes, tais como fenóis.


Mecanismos de dispersão
Vários mecanismos de dispersão são explorados por macrófitas aquáticas. Propágulos (sementes) são transportados em correntes de água a jusante e a taxa de dispersão é determinada pelo tamanho e peso dos propágulos. Inundações podem transportar propágulos de massas de água adjacentes. As sementes pequenas podem ser levadas pelo vento. As sementes são geralmente consumidas por aves e outros animais que as levam nos seus aparelhos digestivos ou anexados às penas e peles. Os seres humanos têm causado um grande impacto por meio de introdução intencional ou acidental de plantas inteiras ou seus propágulos em países estrangeiros. Mas, o transporte normalmente ocorre através da água, sedimentos, plantas, animais de peles ou lã.

Ocorrências no Distrito Federal, Brasil.

O Distrito Federal é uma região com vários cursos d'água de pequeno porte, inserido no bioma Cerrado, sua fitofisionomia e seus recursos hídricos têm sido exaustivamente estudados. No entanto, observa-se carencia no conhecimento da ocorrência, distribuição e ecologia de macrófitas.

Existem apenas duas pequenas publicações sobre macrófitas da região, Fonseca et all, in: Olhares sobre o Lago Paranoá e Ribeiro, E. M. & Sousa, J. M. R.,Ocorrência de Mayacaceae em Reservatório de Captação de Água na Reserva Biológica do Contagem, Brasilia/DF.

Nesses dois trabalhos são apontadas ocorrência de quatro gêneros de macrófitas:

Eichornia;




Spirodela;

Fonte: http://www.alpine-plants-jp.com/himitunohanazono/ukikusa_himitu_1.htm

Pistia, e



Mayaca.


Os três primeiros gêneros citados são encontrados no Laga Paranoá. O gênero Mayaca já foi encontrado na represa do Córrego Contagem, em Sobradinho, na Lagoa Bonita, em Planaltina e em área alagada próxima ao Joquéi Clube, Park Way, em águas rasas e com alta transparência.

Ainda há um longo caminho a ser percorrido no conhecimento e descrição das macrófitas aquáticas, bem como de toda biodiversidade do Distrito Federal, especialmente pela necessidade de medidas para conservação de ecossistemas e suas formas de vida. Muitos esforços precisam ser empreendidos a fim de obtermos informações sobre as espécies, suas interações e serviços ambientais.

Vejo esta experência como curiosidade e vontade de construir o conhecimento, valorizando as peculiaridades locais, apontado a pesquisa como fundamento científico que favorece a formação de atitudes em prol da conservação da biodiversidade.

Com grande carinho pelas águas do Cerrado,

Ercília Ramos Ribeiro Moreno

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

CORREDORES ECOLÓGICOS



Wilson & Wills (1975), desenvolveram, originalmente,  a teoria de corredores biologicos a partir da premissa de equilibrio, própria da biogeografia de ilhas de MacArthur & Wilson (1967). 
O uso dos corredores de ligação entre fragmentos  remanescentes de biomas, foi de certa forma defendida como a melhor maneira de interligar espécies isoladas, possibilitando assim a formação de metapopopulações, após o desenvolvimento da teoria de metapopulação (Gilpin & Hanski, 1991).



Entende-se como um corredor de vida selvagem, um  habitat linear, incorporado em uma matriz maior,que conecta dois ou mais blocos menores de habitat, com o ideal de aumentar ou manter a viabilidade das populações de animais selvagens específicas. (Beier & Noss, 1998).


Na atualidade os corredores ecológicos compõem as atividades de gestão para a preservação da biodiversidade em vários Estados, muitas vezes ligados ao ideal de desenvolvimento sócioambiental, no entanto, sendo primariamente, importantes instrumentos de promoção do fluxo gênico e rota de fuga para espécies animais e sustentando a conectividade entre habitats.


Para maiores informações:
http://www.corridordesign.org/

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

PROTEÇÃO E CONSERVAÇÃO DAS ESPÉCIES - BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO

Você sabia que a biologia da conservação é um ramo de conhecimento que trabalha em prol da manutenção da diversidade da vida existente no planeta Terra?


Muitas pessoas quando ouvem falar em preservação da biodiversidade pensam logo: o que é que eu tenho a ver com isso? Tanta gente morrendo e o povo se preocupando com o mico leão dourado...


Oh meu Deus! Salvai-nos dessa assassina ignorância!


A maioria de nós brasileiros não dominamos bem a língua, matemática, então, cruz-credo! Física, química e biologia, pra que estudar isso?


Sabe pra quê? Ô minha gente é pra não ser roubado! Pra não ser enganado, não ser lesado. Enquanto a gente fica procurando saber da vida das celebridades na internet, o Cerrado está sendo dizimado, a Mata Atlântica já foi e a baía de Guanabara está recebendo muitas toneladas de petróleo da tão "ambiental" Petrobrás"!


E enquanto isso acontece muitos empregos deixam de ser gerados,  vagas para botânicos, para bioquímicos, para engenheiros, para professores. Quanto menor diversidade existir para ser descoberta, analisada, e aproveitada de forma ambientalmente correta, menos empregos. E quanto menos descobertas, menos dinheiro com patentes, com produtos naturais, com impostos. E quando tudo se acabar, e olha que já estamos quase lá, quem vai estar mais pobre? O pobre!


É por isso que tentam esconder, de nós, nossa própria riqueza, por meio da ignorância que plantam em nós, quando não colocam laboratórios nas escolas, quando não podemos fazer uma excursão para conhecer o mundo natural que nos cerca e que é nossa verdadeira riqueza (já que pela lei o meio ambiente de direito de todos).


Nos escondem o porque de se conhecer os tipos de plantas, suas funções, seus benefícios, nos escondem a riqueza, para que ela, sendo roubada não percebamos, pois não a reconhecemos como riqueza.


Procure, quando for acessar a internet, saber um pouco mais sobre nossa diversidade, sobre nossa riqueza, são bençãos de Deus, são presentes do Criador, para todos, para cada um, para mim e para você!


Saudações Biodiversas!


Ercília

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Cada Novo Dia

"Lá na mata inambu já piou
Protas bandas céu amarelô
Vem vamos viver novo dia
Dia de muita de alegria
De beleza, de muito prazer
Dia que Deus fez 
A Ele eu quero oferecer."




Ontem estive refletindo sobre a realidade do Rio de Janeiro e o contraste com o jingle de natal da rede globo de  televisão. "Hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa, é de quem vier, quem quiser." Será que o povo da favela se apropriou dessa musiquinha como aconteceu aqui, onde eu moro? Todas as crianças da minha época sabiam cantar esse "hino" de natal. 
É muito doloroso perceber que o povo da favela poderia se alinar da sua dor, da sua realidade e sonhar com o mundo global. Será que é por isso que os morros chegaram a tal ponto de criminalidade? Pela alienação da comunidade, completamente dominada pelos entorpecentes da tv?
Muitos ainda são apaixonados pela Xuxa. Como é que ela pode ser tão alheia a realidade da favela?


Se fizeram alguma coisa, os globais, não fizeram o que devia ser feito. Cobrar do Estado, cobrar e reivindicar,  insistir. 


Mas foram só eles que deram de ombros pra favela.


O que fez a igreja?


Ah, consolou seus fiéis: "meus filhos isso não vai ficar assim pra sempre, Deus vai ter misericórdia de nós". E nós temos misericórdia? Nós crentões, reformados e protestantes, protestamos? Fomos ao palácio da Guanabara exigir alguma atitude? Será que algum governador, nesses anos todos de terror do tráfico, recebeu algum ultimato da igreja de Cristo?


Reavaliemos nossa luta que não é contra carne, nem sangue, e tomemos a armadura de Deus para nos posicionarmos contra toda injustiça, contra toda mentira, contra nossa própria covardia, contra nossa omissão quando os mais fracos são oprimidos. Abramos nossa boca em favor do faminto e do sem teto, do sem dignidade, dos sem emprego.


Aí então poderemos viver como nos diz a letra da música:


"Dia de muita alegria
De beleza de muito prazer
Dia que Deus fez
A Ele eu quero oferecer"


Com grande amor de Cristo,


Ercília

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

NOSSO CULTO RACIONAL




"...o verdadeiro culto ao Deus vivo é a fonte para uma vida sustentável.
 Cristãos cuidam da criação não porque está na moda, nem porque eles querem que seus netos vejam pica-paus no parque, ou observem cervos no campo. Para os cristãos é simplesmente uma questão de resposta adequada a Deus, aquele que identificamos como nosso pai e criador, que tem confiado sua criação aos nossos cuidados. Cuidar da criação é um ato de gratidão e pode ser oferecido intencionalmente como um contínuo e vívido diálogo com o Senhor da vida."
(Peter Harris em Kingfisher's fire**, a nova atualização do livro A Rocha - Uma Comunidade Evangélica Lutando pela Conservação do Meio Ambiente)

quarta-feira, 20 de outubro de 2010